A obra
- Publicação
- Em folhetim na revista A Estação (1886-1891); em livro em 1891
- Gênero
- Romance realista
- Cenário
- Barbacena, em Minas Gerais, e o Rio de Janeiro
- Época
- O Segundo Reinado, de 1867 ao começo da década de 1870
- Narrador
- Terceira pessoa, com um narrador que comenta e conversa com o leitor
Quem é quem
- Rubião. Professor de Barbacena, em Minas, que se torna o enfermeiro e único amigo do filósofo Quincas Borba (filósofo) e herda dele a fortuna...
- Sofia. Mulher de Cristiano Palha, a bela casada que Rubião conhece no trem para o Rio e que passa a dominar o desejo dele.
- Cristiano Palha. Marido de Sofia, o homem que Rubião conhece no trem e que passa a guiá-lo em cada etapa do Rio: o advogado, a casa, as compras.
- Quincas Borba (filósofo). Joaquim Borba dos Santos, um dos dois Quincas Borba que o título comporta.
O enredo em 6 tempos
- Rubião, professor de Barbacena, herda tudo de um filósofo moribundo, Quincas Borba, com a única condição de cuidar do cão que leva o nome do dono.
- No trem, Rubião senta-se diante de Cristiano Palha e de Sofia e conta a herança, que calcula em não menos de trezentos contos.
- Rubião torna-se sócio de Palha sem entender os números, e no baile em que Maria Benedita cronometra a valsa de Sofia com Carlos Maria, o moço se declara a Sofia.
- Voltando do paquete, Palha propõe desfazer a sociedade, dizendo que vai dirigir um banco (capítulo CXXVIII).
- Palha instala Rubião e o cão numa casinha da Rua do Príncipe (capítulo CLXV), e os amigos de Botafogo não o seguem (capítulo CLXVI).
- Rubião some da casa de saúde (capítulo CXCIII).
Temas
Loucura
Dinheiro e riqueza
Aparência e realidade
Desejo
Lealdade e traição
Ambição
Loucura
Dinheiro e riqueza
Aparência e realidade
Desejo
Lealdade e traição
Ambição
Início do livroCada coluna é um capítulo, na ordem da narrativaFim
Símbolos
HumanitasAs batatasA coroa imperialO Cruzeiro do Sul
Uma passagem
“Que triste coisa que é perder o juízo!”Capítulos CLXXXII a CCI: Loucura, abandono e a morte de Rubião