Resumo da cena
Semanas depois, Horácio convence Gertrudes a receber Ofélia, que enlouqueceu: ela fala muito do pai, em charadas, e Horácio teme as conjecturas que isso provoca. Ofélia entra descalça, com flores na cabeça, e canta sobre o amor verdadeiro, o morto que dorme com a cabeça junto à grama e o amor de São Valentim. Cláudio, que chega, a ouve dizer que a coruja era filha do padeiro e que sabemos o que somos, mas não o que podemos ser, e que um jovem prometeu casamento antes de desonrá-la. Ofélia diz que o irmão saberá, e o rei manda Horácio vigiá-la. Cláudio lamenta que as dores venham em batalhões: Polônio morto e enterrado em segredo, o povo inquieto, Hamlet afastado, Ofélia fora de si e Laertes de volta da França, alimentando suspeitas contra o rei.
Um cortesão avisa que Laertes, à frente de uma turba que o aclama rei, domina os guardas. Laertes invade o salão e exige o pai. Cláudio diz que Polônio foi morto, e a rainha acrescenta que não foi por ele, e Laertes afirma que desafia a danação para vingá-lo, e que atingirá só os inimigos do pai, enquanto aos bons amigos abrirá os braços e os alimentará com seu sangue, como o pelicano. O rei declara que não tem culpa. Então Ofélia reaparece, e Laertes sofre ao vê-la louca. Ela distribui flores: rosmaninho para a lembrança e amores-perfeitos para o pensamento a Laertes, funcho e colombinas ao rei, arruda e margarida à rainha, dizendo que as violetas murcharam quando o pai morreu. Canta que o pai não voltará e sai. Laertes pede a Deus que veja aquilo. Cláudio propõe que ele escolha amigos para julgar entre os dois, oferecendo o reino se for provado culpado, e Laertes aceita ouvi-lo.
Análise
Assinatura
A análise completa de cada ato de Hamlet está na assinatura, com a explicação de cada citação, o quiz, o guia em PDF e o caderno de estudos.