Resumo da cena
Cláudio conta a Laertes que Hamlet matou Polônio atentando contra a vida do rei e explica por que não o puniu: a rainha vive pelo filho, e o povo o ama. Chega uma carta de Hamlet anunciando a volta: ele diz que foi deixado "nu" no reino, e um adendo acrescenta "sozinho". O rei pergunta a Laertes se aceitaria ser guiado por ele, e Laertes responde que sim, desde que não o guie para a paz. Cláudio inventa que Hamlet teve inveja de elogios que um cavaleiro normando fez à esgrima de Laertes e propõe um duelo com apostas, em que Laertes escolherá uma espada de ponta e Hamlet, de guarda baixa, não examinará as armas. Laertes diz que cortaria a garganta de Hamlet na igreja e acrescenta que untará a ponta com veneno. O rei planeja ainda um cálice envenenado, que oferecerá a Hamlet quando ele estiver com sede, caso escape do golpe.
Gertrudes entra e conta que Ofélia se afogou: pendurava coroas de flores nos galhos de um chorão sobre o riacho quando um ramo se partiu e ela caiu. As roupas a mantiveram flutuando por um tempo, enquanto cantava, e depois a puxaram para o fundo. Laertes chora, diz que expulsará o lado fraco com as lágrimas e sai com palavras de fogo na boca. Cláudio teme que a dor o acorde da fúria que ele acalmou com tanto trabalho e vai atrás dele com a rainha.
Análise
Assinatura
A análise completa de cada ato de Hamlet está na assinatura, com a explicação de cada citação, o quiz, o guia em PDF e o caderno de estudos.