Ato I: O Espectro e a ordem de vingança
Quem está aí?
(I.1)
Tenho dentro de mim o que vai além da aparência; / Estes são apenas os trapos e anúncios da decência
(I.2)
Isto acima de tudo: Sê verdadeiro contigo mesmo, / E por força seguir-se-á, como a noite segue ao dia, / Que não serás falso a homem algum
(I.3)
Há algo de podre no reino da Dinamarca
(I.4)
Tempos fora do eixo. Oh, maldito fado, / Eu ter de corrigir o que está errado!
(I.5)
Ato II: A loucura fingida e a armadilha do teatro
Vedes como, com a isca da mentira, / Pescastes o peixe da verdade?
(II.1)
Com a peça revelarei / O segredo íntimo do rei
(II.2)
Ato III: A Ratoeira e a morte de Polônio
Assim a consciência nos torna a todos covardes, / E assim a cor mais viva da decisão / É enfraquecida com a palidez do pensamento
(III.1)
A Ratoeira. Curioso, não? Mas é apenas fantasia. A Vossa Majestade e a nós, que temos almas livres de culpa, ela não atinge.
(III.2)
Pode-se obter o perdão conservando os lucros da ofensa?
(III.3)
Não ireis embora até eu vos apresentar um espelho, / Onde verás o que existe dentro de vós.
(III.4)
Ato IV: Exílio, loucura e armadilha
Louco feito o mar e o vento, quando lutam / Para saber quem é mais forte
(IV.1)
O corpo está com o rei, mas o rei não está com o corpo.
(IV.2)
Ele é amado pelas ingênuas multidões, / Cujo afeto não obedece ao juízo, e sim aos olhos
(IV.3)
Como fico eu, então, / Que tenho o pai assassinado, a mãe desonrada, / Fortes estímulos da razão e do sangue, / E deixo estar?
(IV.4)
sabemos o que somos, mas não o que podemos ser
(IV.5)
vem encontrar-te comigo com a mesma rapidez com que fugirias da morte
(IV.6)
Aquilo que desejamos fazer, / Devemos fazer na hora da vontade, pois ela flutua
(IV.7)
Ato V: Cemitério e duelo
Oh, pobre Yorick! Eu o conheci, Horácio, um sujeito de graça infinita e imaginação fabulosa.
(V.1)
Há um toque da Providência na queda de um pardal [...] Estar pronto é a única solução. Seja o que for!
(V.2)