Resumo da cena
Cláudio diz a Rosencrantz e Guildenstern que não pode tolerar o perigo crescente e decide mandar Hamlet à Inglaterra com eles. Os dois aceitam e Rosencrantz acrescenta que, quando a majestade morre, arrasta consigo tudo o que está perto, como uma roda enorme, fixa no pico de uma montanha, a que mil coisas menores estão presas. Polônio avisa que se esconderá atrás da tapeçaria no quarto da rainha para ouvir a conversa. Sozinho, o rei confessa que o ranço do seu crime fede aos céus, o assassinato de um irmão, e tenta rezar, mas não consegue enquanto conserva a coroa, a ambição e a rainha: pode-se obter perdão conservando os lucros da ofensa? Ajoelha-se. Hamlet passa, o vê de costas, ergue a espada e desiste, porque matá-lo rezando seria mandá-lo ao céu, e ele quer pegá-lo bêbado, furioso ou num ato sem salvação. Vai ao quarto da mãe. O rei, que não rezou de fato, diz que as palavras sobem e as ideias ficam no chão.
Análise
Assinatura
A análise completa de cada ato de Hamlet está na assinatura, com a explicação de cada citação, o quiz, o guia em PDF e o caderno de estudos.