Aluísio Azevedo defendeu, na literatura, o método naturalista, e esteve ligado à causa da abolição da escravatura. Ainda em São Luís, ajudou a lançar e colaborou com O Pensador, um jornal anticlerical que defendia a abolição.
Na literatura, defendeu com a própria obra a observação direta do meio e dos agrupamentos humanos. O Mulato, de 1881, causou escândalo em São Luís pela linguagem crua e pelo assunto, o preconceito racial, e foi recebido na Corte como exemplo de naturalismo. Depois vieram Casa de Pensão, de 1884, e O Cortiço, de 1890, em que a casa coletiva e quem vive nela são o centro do romance.
No Clavis: O Cortiço.