O melhor e mais conhecido livro de Aluísio Azevedo é O Cortiço (1890). Ao lado dele costumam ser lembrados O Mulato (1881), tido como o marco inicial do naturalismo brasileiro, Casa de Pensão (1884) e O Homem (1887).
O Cortiço é o romance em que a estalagem do Rio de Janeiro vira quase um organismo vivo e personagem central. O Mulato expôs o preconceito e a hipocrisia da sociedade maranhense e causou escândalo em São Luís. Casa de Pensão conta a história de um estudante provinciano numa pensão da Corte. Casa de Pensão, O Homem e O Cortiço pertencem à frente do autor em que ele aplica a observação do meio e do corpo à maneira de Émile Zola.
Aluísio escreveu também folhetins de enredo movimentado, publicados em jornal e pagos por capítulo, como Mistérios da Tijuca e Memórias de um condenado, e um primeiro romance de feição romântica, Uma lágrima de mulher (1879).
No Clavis: O Cortiço.