Aluísio Azevedo viveu em companhia da argentina Pastora Luquez, sem notícia de casamento, e adotou os dois filhos dela, Pastor e Zulema.
Ele começou a carreira diplomática em 1895, quando praticamente deixou de escrever ficção. Serviu como cônsul na Espanha, no Japão, na Argentina, na Inglaterra e na Itália, e morreu em Buenos Aires, seu último posto, em 21 de janeiro de 1913.
No Clavis: O Cortiço.