As obras mais famosas de Dostoiévski são os romances Crime e Castigo (1866), O Idiota (1868-1869), Os Demônios (1871-1872) e Os Irmãos Karamázov (1879-1880), além da novela Memórias do Subsolo (1864), também publicada em português como Notas do Subsolo.
Crime e Castigo conta como um estudante pobre de São Petersburgo mata uma velha penhorista para testar uma teoria, e foi o livro do ano em 1866. Memórias do Subsolo, em duas partes, foi escrita como resposta ao romance utópico O que fazer?, de Tchernichévski. O Idiota tenta retratar um homem inteiramente belo, o príncipe Míchkin. Os Demônios nasceu do assassinato de um estudante em Moscou pelo grupo revolucionário de Serguei Nietcháiev. Os Irmãos Karamázov, o último romance, reúne um crime de família e o debate sobre Deus, e foi concluído pouco antes da morte do autor.
Entre as outras obras, Gente pobre (1846) o tornou célebre da noite para o dia; O Duplo, publicado semanas depois, foi recebido com frieza; Recordações da Casa dos Mortos conta os anos de prisão na Sibéria; O Jogador (1866) foi ditado em menos de um mês; Humilhados e ofendidos e O Adolescente (1875) estão entre os demais romances; e o Diário de um Escritor reúne o jornalismo dos anos 1870.
Não temos como afirmar qual é o mais lido: não há contagem pública de venda ou de leitura de Dostoiévski.
No Clavis: Crime e Castigo.