Leitura de sinais enviados pelos deuses, sobretudo o voo e o canto das aves, feita por um áugure. No poema o augúrio aparece nas horas de decisão: Ramnetes, augure de Turno, é morto por Niso na incursão noturna, e uma águia que larga o cisne que levava é lida por Tolúmnio como favor dos deuses, e a leitura desfaz o pacto do Livro XII.
Termo