Carruagem fechada de duas rodas, puxada por animais, usada por famílias de posses para visitas e para a missa. A do pai de Bentinho é estreita, com cortinas de couro e um óculo de vidro, e tem cocheiro escravo. Dona Glória a conserva por lembrança do marido, e o bairro a chama de "sege antiga"; só a deixa quando as despesas de cocheira a obrigam.
Termo