Quarto pequeno, de mobília mínima, usado por um monge, uma freira ou um eremita para morar e rezar. Pode ficar dentro de um mosteiro ou convento, ou ser uma construção isolada. As primeiras celas surgiram no deserto do Egito, em meados do século III, com os primeiros eremitas cristãos. Não tem relação com a cela de prisão.
Onde aparece
- Ato II: O jardim e o casamento
- Ato III: Mercúcio, Teobaldo e o banimento
- Ato IV: A poção da morte aparente
- Ato V: A tumba e a reconciliação
Citações
o que há num nome? Aquilo a que chamamos rosa, com qualquer outro nome teria o mesmo perfume
Ato II: O jardim e o casamento, Julieta
com sabedoria e devagar; tropeçam os que correm depressa
Ato II: O jardim e o casamento, Frei Lourenço
os mensageiros do amor deviam ser pensamentos, que deslizam dez vezes mais rápido que os raios do sol
Ato II: O jardim e o casamento, Julieta
estes prazeres violentos têm fins violentos, e morrem no próprio triunfo
Ato II: O jardim e o casamento, Frei Lourenço
não há mundo fora dos muros de Verona, só purgatório, tortura, o próprio inferno
Ato III: Mercúcio, Teobaldo e o banimento, Romeu
não demores a falar: anseio por morrer, se o que dizes não for um remédio
Ato IV: A poção da morte aparente, Julieta
meu coração está maravilhosamente leve, agora que esta menina teimosa se emendou
Ato IV: A poção da morte aparente, Capuleto
pobre cadáver vivo, trancado na tumba de um morto.