Balada popular inglesa, conservada num manuscrito da Biblioteca Britânica (Add. MS 15117), em oito estrofes. O salgueiro era, na tradição, emblema de luto e de amor rejeitado. Na versão antiga, quem canta é um homem que sofre com a crueldade e a infidelidade da amada. Shakespeare adaptou a balada, trocando o cantor por uma mulher.
Onde aparece
Citações
Mas eu acho que a culpa é toda dos maridos / Se as mulheres traem.
Ato IV: A humilhação e o canto do salgueiro, Emília
Não o mal pelo mal, mas pelo mal sanar.
Ato IV: A humilhação e o canto do salgueiro, Desdêmona
Eu o achei por acaso e dei ao meu marido,