Palavra de origem latina (Mauri), usada na Europa medieval e moderna, sem rigor, para árabes, berberes, muçulmanos europeus e pessoas negras. Aplicou-se aos habitantes muçulmanos da Península Ibérica depois da conquista de 711. Em inglês, desde o século XIV, também era um termo racial para pessoas de pele escura. A Britannica de 1911 já observava que o termo não tinha valor etnológico real.
Onde aparece
- Ato I: Veneza, a denúncia noturna e o juízo do senado
- Ato II: Chipre, a tempestade e a queda de Cássio
- Ato V: A emboscada, o assassinato e a revelação
Citações
um carneiro preto, velho / Está cobrindo a sua ovelha branca.
Ato I: Veneza, a denúncia noturna e o juízo do senado, Iago
Meu nobre pai, / Eu noto aqui que o dever está dividido.
Ato I: Veneza, a denúncia noturna e o juízo do senado, Desdêmona
E é isso! Está engendrado! A noite e o inferno fundo / Trarão essa nascença monstra à luz do mundo.
Ato I: Veneza, a denúncia noturna e o juízo do senado, Iago
Para o ciumento, são signos tão poderosos Quanto a Santa Escritura.
Ato III: A tentação e o lenço, Iago
Falem de mim como sou. Não abrandem nada, / Nem usem de malícia.