Ato I: O triunfo e a sedução de Bruto
Bruto diz amar César e, ao mesmo tempo, teme que o povo o faça rei. O que a conversa com Cássio faz com esse temor?
Casca e Cícero veem a mesma noite de prodígios e tiram conclusões diferentes. O que cada um faz com os sinais?
Ato II: A conspiração e a manhã dos Idos
Bruto diz não ter motivo pessoal contra César e justifica a morte pelo que ele poderia se tornar. O que torna essa razão forte, e o que a torna frágil?
Calpúrnia e Décio pedem a César coisas opostas. O que dá ao apelo de um mais força que ao do outro?
Ato III: O assassinato e o Fórum
Bruto concede a Antônio a palavra no funeral, contra o conselho de Cássio. O que ele parece esperar dessa concessão?
Bruto e Antônio falam à mesma multidão em poucos minutos e obtêm reações opostas. O que cada um pede ao povo que faça com o que ouve?
Ato IV: A discórdia no acampamento
O que a conversa sobre Lépido mostra do modo como esses três pretendem dividir o poder entre si?
Cássio propõe esperar o inimigo e Bruto decide marchar logo a Filipos. Que argumento de cada um lhe parece mais forte?
Ato V: Filipos e a morte de Bruto
Bruto diz achar covarde matar-se por medo do que pode vir, mas recusa ser levado preso a Roma. Como as duas coisas que ele diz se conciliam, ou não se conciliam?
Por que Titínio se mata em vez de apenas lamentar Cássio?
Antônio diz que Bruto foi o único conspirador movido pelo bem comum. Com o que a peça mostrou, você concorda?
A obra inteira
No Ato II, Bruto admite não ter motivo pessoal contra César e decide pelo que ele poderá vir a ser. É legítimo matar para impedir um mal que ainda não se consumou?
O idealismo de Bruto é virtude ou cegueira?
Quem move a história na peça? Em que momentos pesa mais a ação, e em que momentos a palavra?
Cássio diz que a culpa não está nas estrelas, mas em nós, e depois lê a tempestade como sinal. O que a peça faz com o Fado?
No Ato V, Bruto chama de covarde o suicídio de Catão e, no fim, se mata. O que a peça dá como razão?