Júlio César
Os acontecimentos na ordem em que o livro os conta.
Ato I
- Cena I1
Os tribunos e o triunfo
Os tribunos Flávio e Marulo expulsam das ruas os artesãos que festejam o triunfo de César e acusam a multidão de esquecer Pompeu. Depois vão tirar os enfeites das estátuas de César.
- Cena II2
Cássio trabalha Bruto
Cássio diz a Bruto que Roma se curva a um homem fraco e que a culpa está em nós, não nas estrelas. Bruto admite temer que o povo faça César rei, e Cássio decide forjar cartas.
- Cena II3
A coroa recusada
Nas Lupercais, a festa de Roma em que César passa em cortejo, Antônio oferece três vezes uma coroa a César, que a recusa, e depois cai com um ataque. Bruto puxa Casca pelo manto para saber o que houve, e ele conta a cena com desprezo pela plebe.
- Cena III4
A noite de tempestade
Numa noite de trovões e prodígios, Casca, assustado, encontra Cícero. Cássio, de peito aberto sob os raios, ganha Casca para a conspiração e manda Cina deixar as cartas para Bruto achar.
Ato II
- Cena I5
O ovo da serpente
Insone no pomar, na madrugada dos Idos de março, o dia 15 em que César vai ao Senado, Bruto conclui que César deve morrer pelo que poderá vir a ser, como se mata na casca um ovo de serpente. O jovem criado Lúcio lhe entrega uma carta anônima.
- Cena I6
Os conspiradores no pomar
Cássio chega com os conspiradores encapuzados. Bruto recusa o juramento, exclui Cícero e impede que Antônio seja morto junto com César. Combinam que Décio levará César ao Capitólio.
- Cena I7
Pórcia exige o segredo
Pórcia pede a Bruto que lhe conte o que esconde e mostra a ferida que fez na própria coxa para provar que sabe guardar um segredo. Bruto promete contar tudo.
- Cena II8
O sonho de Calpúrnia
Calpúrnia grita em sonho que matam César, e os augúrios não acham coração no animal sacrificado. César cede e fica, até que Décio reinterpreta o sonho e o convence a ir ao Senado.
- Cena III9
A carta de Artemidoro
Artemidoro escreve uma carta que denuncia os conspiradores pelo nome e decide esperar César na rua para entregá-la como um pedido comum, na esperança de salvá-lo.
Ato III
- Cena I10
O assassinato no Capitólio
Sob o pretexto de um pedido de Metelo Címber, os conspiradores cercam César. Casca dá o primeiro golpe e Bruto o último, e César cai dizendo as palavras que ficaram famosas.

- Cena I11
As mãos no sangue de César
Bruto manda os conspiradores banharem as mãos no sangue de César e saírem pelas ruas gritando liberdade. Antônio chega, aparenta aliança e obtém licença de Bruto para falar no funeral.

- Cena II12
Bruto fala ao povo
No Fórum, Bruto explica o crime em prosa: amou César, mas amou mais Roma. A multidão o aclama e quase o leva em triunfo para casa.
- Cena II13
A oração de Antônio
Antônio repete que Bruto é honrado até a frase virar acusação, mostra o manto rasgado e lê o testamento. A multidão sai para queimar as casas dos conspiradores.

- Cena III14
O ataque ao poeta Cina
O poeta Cina sai de casa mesmo depois de um sonho ruim e é parado por cidadãos exaltados. Confundido com o conspirador de mesmo nome, é arrastado pela turba, aos gritos de que o despedacem, mesmo gritando que é poeta.
Ato IV
- Cena I15
A lista dos condenados
Antônio, Otávio e Lépido marcam a lista de quem deve morrer. Antônio trata Lépido como um burro que carrega ouro até onde o dono quer e o manda buscar o testamento de César.
- Cena II16
A frieza em Sárdis
Perto de Sárdis, Bruto estranha a frieza de Cássio, e os dois generais entram na tenda para não brigar à vista dos soldados.
- Cena III17
Briga e morte de Pórcia
Na tenda, Bruto acusa Cássio de vender cargos por ouro, e a briga chega à ameaça, até os dois se reconciliarem. Só então Bruto conta que Pórcia morreu, depois de engolir fogo.
- Cena III18
O espectro de César
À noite, com os criados dormindo, Bruto vê o espectro de César, que diz ser o seu mau gênio e promete reencontrá-lo em Filipos. Acordados, os criados dizem que nada viram.
Ato V
- Cena I19
O parlamento em Filipos
Em Filipos, os generais dos dois lados trocam insultos diante dos exércitos. Cássio confessa que passou a dar crédito aos presságios, e ele e Bruto se despedem sem saber se voltarão a se ver.
- Cena III20
A morte de Cássio
Cássio manda seu amigo Titínio ver se as tropas distantes são amigas e, achando que ele foi capturado, pede ao escravo Píndaro que o mate com a espada que matou César. Titínio volta e se mata ao ver o corpo.
- Cena IV21
O falso Bruto
Na confusão da batalha, o jovem Catão, irmão de Pórcia, grita o próprio nome e morre combatendo. O oficial Lucílio se faz passar por Bruto para ser preso no lugar dele.
- Cena V22
A morte de Bruto
Cercado, Bruto pede a três companheiros que o matem, mas recusam. Diz que o espectro de César lhe apareceu duas vezes e se lança sobre a espada que Estratão segura. Antônio o chama de o mais nobre dos romanos.