Júlio César
Personagens
Bruto
Bruto é o homem em quem Roma confia, e por isso o homem de que a conspiração precisa. Ama Júlio César, não tem queixa pessoal contra ele, e mesmo assim lidera a morte dele, convencido de que o faz por Roma. Descende do Bruto que expulsou o rei Tarquínio, é...
Cássio
Cássio é o arquiteto da conspiração. Magro e faminto, na descrição de Júlio César, lê muito, observa tudo e não se alegra com música nem com jogos. Diz ter salvado César do Tibre quando ele se afogava e vê agora esse homem tratado como deus. Seduz Bruto com...
Marco Antônio
Marco Antônio é o amigo e braço direito de Júlio César, corredor da festa das Lupercais e quem lhe oferece a coroa três vezes. Os conspiradores o têm por homem de esporte, de farra e de companhia, e Bruto o poupa por achar que, sem a cabeça de César, ele só...
Júlio César
Júlio César é o homem de quem toda a peça fala e que aparece em poucas cenas: festejado em Roma no dia das Lupercais, a quem parte do Senado quer dar a coroa e a quem outra parte decide matar. Tem um ouvido surdo, cai em público num ataque que Casca conta com...
Pórcia
Pórcia é a esposa de Bruto e a filha de Catão, e é assim que se apresenta quando exige saber o segredo do marido: mulher, mas mulher de linhagem e de provas dadas. Fala em duas cenas, na madrugada dos Idos e na manhã em que espera notícias do Capitólio, e...
Calpúrnia
Calpúrnia é a esposa de Júlio César, e é dela a tentativa de impedi-lo de ir ao Capitólio nos Idos de Março. Gritou em sonho, três vezes, que matavam César, e conta a ele os prodígios da noite. Na procissão das Lupercais, é a ela que César dirige a primeira...
Casca
Casca é o conspirador de língua afiada e modos rudes. Bruto estranha a grosseria que ele passou a ter desde a escola, e Cássio a chama de molho de um bom juízo. É quem conta a Bruto e a Cássio o que aconteceu na festa das Lupercais, com o desprezo de quem...
Otávio
Otávio é o jovem que Júlio César mandou chamar a Roma e que Marco Antônio trata como aliado a quem avisa o que fazer. Só entra em cena no Ato IV, e em Filipos é ele quem fecha a peça: impõe a sua posição ao companheiro, jura que a espada não volta à bainha...