Exagero deliberado, que ninguém toma ao pé da letra, para dar ênfase a um sentimento ou a uma situação.
Em Otelo
Se a morte viesse agora, / Seria a máxima alegria, pois eu temo
Otelo exagera ao dizer que, se a morte viesse "agora", seria "a máxima alegria". Ele não deseja morrer: a frase mede o tamanho da felicidade do reencontro, tão grande que ele teme que nada no futuro a iguale.