Noites Brancas
Símbolos
A noite branca
As noites claras do começo do verão em São Petersburgo, em que o céu não escurece de todo, e que dão título ao livro. O texto quase não as nomeia: a expressão noite branca aparece uma única vez, na Terceira Noite, na boca do Sonhador. O que o livro mostra é o...
O cais e o banco
O cais de um canal deserto de São Petersburgo, com a grade em que Nástienka se apoia para olhar a água, e o banco onde ela e o Sonhador se sentam. É o único lugar fixo do livro fora do quarto do Sonhador: todos os encontros acontecem ali, à mesma hora, e é...
O alfinete
O alfinete com que a avó, cega, prende o vestido de Nástienka ao seu, para vigiá-la sem vê-la, depois de uma travessura que a neta não conta. A pena, segundo a avó, é para a vida inteira, a menos que a neta se torne melhor, e dura há dois anos quando a...
A teia de aranha e o quarto
O quarto do Sonhador, de paredes verdes e enfumaçadas, com o teto coberto de teias que Matriona cultiva, e o canto em que o sonhador do discurso se esconde da luz. A teia abre e fecha o livro: está no teto na primeira noite, sobrevive à bronca do patrão e é...
A carta
As cartas do livro: a que o Sonhador dita em nome de Nástienka, a que ela já tinha escrita e lacrada para o inquilino, a resposta que não vem, e a carta dela ao Sonhador que abre a Manhã. São quatro formas de um mesmo gesto, o de dizer por escrito o que não...
O Barbeiro de Sevilha
A ópera cômica de Rossini, em que Rosina, vigiada por um velho tutor, troca bilhetes com um jovem apaixonado e acaba casando com ele. No livro é a ópera a que o inquilino leva Nástienka e a avó, o espetáculo da juventude da avó, que fez o papel de Rosina num...