Habitação coletiva popular, feita de casinhas ou cômodos de aluguel em volta de um pátio comum, com tanques e latrinas partilhados. Foi a moradia típica dos trabalhadores pobres, dos imigrantes e dos libertos no Rio de Janeiro do século XIX. O nome vem da caixa em que as abelhas fazem a colmeia. O maior cortiço da cidade, o Cabeça de Porco, foi demolido em 1893.
Onde aparece
- Capítulos I a II: O cortiço de João Romão e a casa de Miranda
- Capítulos III a V: O cortiço acorda e Romão contrata Jerônimo
- Capítulos VI a VII: O domingo de Rita Baiana e o pagode
- Capítulos VIII a IX: Jerônimo, Leocádia e o escândalo de Florinda
- Capítulos X a XI: Título de barão, navalhada e visita de Pombinha
- Capítulos XII a XIV: Casamento, cortiço rival e plano de vingança
- Capítulos XV a XVII: Morte de Firmo, briga de Piedade e incêndio
- Capítulos XVIII a XX: Libório, as obras e a queda de Piedade
- Capítulos XXI a XXIII: O fim de Bertoleza e a ascensão de Romão
Citações
O cortiço aristocratizava-se.
Capítulos XXI a XXIII: O fim de Bertoleza e a ascensão de Romão, o narrador