Clavis Libri

Tema

Deus e o divino

Deus, os deuses e a ação divina: providência, teofania, intervenção dos deuses, o divino que age na história.

Paraíso

Dante Alighieri

a glória que penetra o universo e resplandece mais numa parte, menos noutra (canto I), a razão por que Deus cria, que é para que o esplendor possa dizer subsisto (canto XXIX), o ponto de luz de que dependem o céu e a natureza (canto XXVIII), a luz pura do Empíreo, intelectual e cheia de amor (canto XXX) e os três giros de uma só medida (canto XXXIII).

Um, Nenhum e Cem Mil

Luigi Pirandello

o sentimento de Deus que ele guarda dentro e a casa que os homens constroem para os sentimentos (capítulo V do Livro VII), o ponto vital que era Deus (capítulo V do Livro VII), o bispo que desce a pé (capítulo VI do Livro VII), o Deus que quer desfazer e não construir (capítulo VII do Livro VII), o cônego que vive para a casa de Deus sem deixar de querer ser alguém (capítulo III do Livro VIII) e os sinos ouvidos de fora (capítulo IV do Livro VIII).

Os Demônios

Fiódor Mikhailovitch Dostoiévski

Stiepan, que crê num ser que toma consciência de si dentro dele, e Chátov, que responde que quem perde o povo perde também Deus (capítulo I da Primeira Parte), Kiríllov e a dor do medo (capítulo III da Primeira Parte), a penitente que ensina a Mária Timofêievna a alegria da terra úmida (capítulo IV da Primeira Parte), o homem-Deus e o povo que é o corpo de Deus (capítulo I da Segunda Parte), o major que se levanta de noite para fazer o sinal da cruz (capítulo VII da Segunda Parte), o ateu completo que Tíkhon prefere ao indiferente («Com Tíkhon»), Fiedka que cobra de Piotr a fé que ele perdeu (capítulo IV da Terceira Parte), Chátov que prega um Deus em que, diz Marie, não acredita (capítulo V da Terceira Parte), Kiríllov que conclui que, se não há Deus, ele é Deus, e tira das três cruzes uma sentença contra o planeta (capítulo VI da Terceira Parte) e a profissão de fé de Stiepan sobre o amor e a imortalidade (capítulo VII da Terceira Parte).