O falante se dirige a alguém ausente ou morto, a uma coisa, a um lugar ou a uma ideia, como se pudessem ouvir.
Em Dom Casmurro
Confissão de crianças, tu valias bem duas ou três páginas, mas quero ser poupado.
O narrador se dirige à própria "Confissão de crianças" como a uma pessoa presente, com o "tu", e a fala de saudade e de corte nasce desse tratamento íntimo dado a uma lembrança.