Hamlet termina com as mortes de Gertrudes, Laertes, Cláudio e do próprio Hamlet no duelo armado pelo rei, e com a chegada de Fortimbrás, príncipe da Noruega, que encontra a família real morta e reclama o trono da Dinamarca.
No Ato V, cena 2, Hamlet conta a Horácio que no navio abriu o despacho real, que mandava cortar a cabeça dele, e o trocou por outro que manda executar Rosencrantz e Guildenstern. Depois aceita o duelo com Laertes. O que não sabe é que a espada de Laertes tem a ponta afiada e envenenada e que Cláudio deixou pronta uma taça de vinho também envenenada.
Gertrudes bebe da taça, apesar de o rei pedir que não beba, e diz: "O vinho! O vinho! Fui envenenada." Laertes fere Hamlet; na luta, as espadas trocam de mãos e Hamlet o fere com a mesma lâmina. Laertes, morrendo, acusa: "O rei, o rei é o único culpado." Hamlet crava a lâmina em Cláudio e o obriga a beber o vinho, e ele e Laertes se perdoam.
Hamlet impede Horácio de beber o veneno e lhe pede que conte a sua história. Ao ouvir os canhões de Fortimbrás, diz que o apoia como sucessor, e suas últimas palavras são "O resto é silêncio." Fortimbrás chega, diz ter "certos direitos ancestrais sobre este reino" e ordena que quatro capitães levem Hamlet à tribuna "como soldado", porque ele "prometia, se posto no trono, Provar-se digno de reinar".