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Clavis Libri · linha do tempo

Ilíada

Homero · séc. VIII a.C.

Os acontecimentos na ordem em que o livro os conta.

Cantos I a IV

  1. Canto I

    O sacerdote expulso

    Crises, sacerdote de Apolo, vem ao acampamento grego resgatar a filha, Criseida, prêmio de Agamêmnon. O rei o expulsa com ameaças, e o velho pede vingança a Apolo, que espalha a peste entre os gregos durante nove dias.

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  2. Canto I

    A briga entre Aquiles e Agamêmnon

    Para acabar com a peste, Agamêmnon devolve Criseida, mas toma Briseida, o prêmio de Aquiles. Aquiles puxa a espada, a deusa Atena o segura pelos cabelos, e ele se retira da guerra, irado.

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  3. Canto I

    O aceno de Zeus

    Aquiles pede à mãe, Tétis, que obtenha de Zeus a vitória dos troianos, até que os gregos sintam a falta dele. Zeus assente com um aceno de cabeça, e o Olimpo estremece.

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  4. Canto II

    O Sonho de Agamêmnon

    Zeus manda a Agamêmnon um Sonho que o convence de que tomará Troia naquele dia. O rei testa o exército propondo fugir, os homens correm para as naus, e Odisseu, com ajuda de Atena, os detém.

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  5. Canto III

    O duelo de Páris e Menelau

    Páris propõe decidir a guerra num duelo com Menelau, marido de Helena. Menelau quase vence, mas a deusa Afrodite arranca Páris do combate e o põe em seu quarto. Agamêmnon declara Menelau vencedor e exige Helena.

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  6. Canto IV

    A flecha de Pândaro

    Atena convence o arqueiro troiano Pândaro a ferir Menelau. A flecha só o fere de leve, mas rompe a trégua, e Agamêmnon percorre as fileiras gregas antes de a batalha começar.

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Cantos V a VIII

  1. Canto V

    Diomedes fere os deuses

    Atena dá força a Diomedes, que mata o arqueiro Pândaro, fere o troiano Eneias e, seguindo a ordem da deusa, Afrodite. Com ajuda de Atena, fere também Ares, o deus da guerra, que volta ao Olimpo.

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  2. Canto VI

    A despedida de Heitor

    Junto às Portas Ceias de Troia, Heitor se despede de Andrômaca e do filho pequeno, Astianacte, que se assusta com o elmo. Heitor sabe que a cidade cairá, mas volta à guerra.

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  3. Canto VII

    O duelo de Heitor e Ájax

    Heitor desafia os gregos e luta com Ájax até a noite. Os dois se separam trocando presentes, e na trégua seguinte os gregos erguem uma muralha e um fosso diante das naus.

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  4. Canto VIII

    A balança de Zeus

    Zeus proíbe os deuses de intervir e pesa numa balança de ouro as sortes de morte dos dois exércitos. O dia dos gregos pende, eles fogem, e Heitor passa a noite na planície, cercado de fogueiras.

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Cantos IX a XII

  1. Canto IX

    A embaixada a Aquiles

    Odisseu, Ájax e Fênix levam a Aquiles a oferta de Agamêmnon: presentes e Briseida de volta. Ele recusa: só lutará quando Heitor chegar às naus dos mirmidões, seus homens.

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  2. Canto X

    A noite da Doloneia

    Diomedes e Odisseu saem de noite para espionar os troianos. Matam o espião Dolão, que suplicava, e os trácios adormecidos, e voltam às naus com os cavalos do rei Reso.

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  3. Canto XII

    O portão arrombado

    Contra o conselho do troiano Polidamante, os troianos atacam a muralha dos gregos. Heitor ergue uma pedra enorme, arromba o portão e salta para dentro do campo grego.

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Cantos XIII a XVII

  1. Canto XIV

    Hera engana Zeus

    Hera pede a cinta de Afrodite e seduz Zeus, que adormece. Poseidon então ajuda os gregos, e Ájax derruba Heitor com uma pedra.

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  2. Canto XV

    Zeus acorda e anuncia o fim

    Zeus acorda, faz Poseidon deixar a luta e anuncia o que falta: a morte de Pátroclo e depois a de Heitor, pela mão de Aquiles. Apolo desfaz o muro grego, e Heitor chega às naus.

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  3. Canto XVI

    Pátroclo veste as armas de Aquiles

    Pátroclo pede as armas de Aquiles para assustar os troianos. Aquiles aceita, com o limite de voltar quando as naus estiverem salvas. Pátroclo afasta o fogo, mata Sarpédon e persegue os troianos até o muro.

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  4. Canto XVI

    A morte de Pátroclo

    Apolo o empurra do muro, o desarma por trás, Euforbo o fere e Heitor o mata. Pátroclo, morrendo, profetiza que Heitor morrerá logo pelas mãos de Aquiles.

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  5. Canto XVII

    A luta pelo corpo de Pátroclo

    Menelau e os dois Ájax defendem o corpo de Pátroclo, enquanto Heitor veste as armas de Aquiles. Antíloco, filho de Nestor, corre a dar a notícia a Aquiles.

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Cantos XVIII a XXII

  1. Canto XVIII

    O luto de Aquiles

    Aquiles recebe a notícia, cobre-se de cinza e deseja morrer. A mãe, Tétis, lhe diz que logo depois de Heitor o fim dele estará pronto, mas ele escolhe vingar Pátroclo.

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  2. Canto XVIII

    O escudo de Hefesto

    A pedido de Tétis, o deus Hefesto forja armas novas para Aquiles. No escudo grava a terra, o céu e o mar, uma cidade em paz e outra em guerra, o trabalho dos campos e uma dança.

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  3. Canto XIX

    O fim da ira

    Diante do exército, Aquiles encerra a ira contra Agamêmnon, que repara a ofensa com presentes e jura que nunca tocou em Briseida. O cavalo Xanto avisa a Aquiles que o dia dele está perto.

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  4. Canto XX

    A batalha dos deuses

    Os deuses descem ao campo, mas se sentam à parte. Aquiles enfrenta Eneias, e Poseidon o salva, para que a linhagem de Dárdano não se acabe. Apolo esconde Heitor numa névoa.

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  5. Canto XXI

    Aquiles e o rio

    Aquiles mata Licáone, que suplicava, e enche de mortos o rio Xanto, que quase o leva. Hefesto domina o rio com fogo, e Apolo desvia Aquiles para os troianos entrarem na cidade.

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  6. Canto XXII

    A morte de Heitor

    Sozinho diante das Portas Ceias, Heitor foge de Aquiles por três voltas. Zeus pesa as Queres, Atena o engana com a forma de Deífobo, e Aquiles o mata e arrasta o corpo atrás do carro.

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Cantos XXIII e XXIV

  1. Canto XXIII

    A pira de Pátroclo

    A alma de Pátroclo aparece a Aquiles em sonho e pede o funeral. Aquiles queima o amigo numa pira, com cavalos, cães e doze troianos, e promete dar Heitor aos cães.

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  2. Canto XXIII

    Os jogos fúnebres

    Em honra de Pátroclo, Aquiles oferece prêmios em corrida de carros, pugilato, luta, corrida a pé, combate de armas, disco, arco e dardo. Menelau e Antíloco se desentendem e se reconciliam.

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  3. Canto XXIV

    Príamo na tenda de Aquiles

    Guiado por Hermes, o rei Príamo chega de noite à tenda de Aquiles e beija a mão que matou seus filhos. Aquiles pensa no pai, os dois choram, e o corpo de Heitor é devolvido.

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  4. Canto XXIV

    O funeral de Heitor

    Aquiles concede onze dias de trégua, e a guerra volta no décimo segundo. Em Troia, Andrômaca, Hécuba e Helena choram Heitor, o corpo é queimado, os ossos vão para uma urna de ouro, e o poema termina com o banquete no palácio de Príamo.

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