No teatro, fala curta que o personagem dirige ao público, ou a si mesmo, sem que os outros em cena a ouçam.
Em Júlio César
tenho a mente de um homem, mas a força de uma mulher
Pórcia diz isso num aparte, voltada para si mesma e para o público, quando acaba de mandar Lúcio ao Senado. Ela admite o medo de que a língua traia o segredo de Bruto, coisa que não pode dizer em voz alta.