Os dois crescem como vizinhos, com uma porta de comunicação entre os quintais, e brincam de missa: ela servia de sacristão e a hóstia era sempre um doce. Mas Bentinho só descobre que ama Capitu aos quinze anos, depois de ouvir a denúncia de José Dias. Na varanda, ele se pergunta: "Com que então eu amava Capitu, e Capitu a mim?"
Capitu parece saber antes dele. Escreve os dois nomes no muro do quintal e, ao saber que ele será mandado ao seminário, monta um plano. Dias depois, ao vê-la pentear o cabelo, Bentinho a fita longamente e acha seus olhos "de ressaca". Quando faz as tranças dela, os dois se beijam pela primeira vez.
Antes de ir para o seminário, os dois juram, junto ao poço do quintal, que se casarão "haja o que houver", numa fórmula que Capitu refaz para que obrigue a casar, e não só a esperar. A despedida tem outro beijo. O namoro continua nas visitas de sábado, quando Bentinho vem do seminário.