Bentinho sai do seminário aos dezessete anos, por uma solução que não é dele. A promessa de Dona Glória não é desfeita: é quitada por um substituto.
A saída aparece de dois lados. José Dias propõe levar Bentinho a Roma, para que o papa desligue Dona Glória do compromisso. Escobar sugere outra: ela cumpriria o voto dando à Igreja um órfão, ordenado à sua custa, e o filho ficaria livre. Dona Glória cede depois que o padre Cabral, ouvido o bispo, diz que a troca vale.
Livre da batina, Bentinho estuda Direito, forma-se bacharel aos vinte e dois anos e volta para casar com Capitu. O livro mostra que, nessa passagem, ele é passivo: as duas saídas vêm de outros, de José Dias e de Escobar.