Escobar morre afogado numa manhã de março de 1871, no Flamengo. Segundo o relato de Bentinho, ele se meteu a nadar, como usava fazer, arriscou-se um pouco mais fora que de costume, apesar do mar bravio, e foi enrolado pelas ondas. As canoas que acudiram só puderam trazer o cadáver.
Na noite anterior, na casa do casal, Sancha aperta a mão de Bentinho e se demora, e ele sente "um instante de vertigem e de pecado". É o episódio em que o narrador confessa desejo diante da mulher do amigo. Bentinho é chamado ao Flamengo por um escravo da casa, cuida do enterro e escreve um discurso para o cemitério, temendo que lhe adivinhem a verdade.
No velório, Capitu fita o morto por alguns instantes, chora pouco e enxuga as lágrimas olhando a furto para a sala. Só ao escrever, anos depois, Bentinho compara esse olhar à vaga do mar que queria tragar o nadador, e o chama de olhos de ressaca. Ao escrever, ele faz desse olhar o primeiro indício contra os dois.