Camila é a rainha dos volscos, uma guerreira virgem que comanda a cavalaria aliada a Turno e morre no Livro 11, a única mulher do poema com façanhas em combate e vingança divina.
Ela fecha o catálogo dos chefes itálicos no Livro 7, definida pelo que recusa: não está habituada "a pôr as mãos femininas na roca nem nos cestos de Minerva", mas a suportar duros combates e a ultrapassar os ventos na corrida. O poeta diz que ela voaria sobre as espigas de uma seara intacta sem feri-las. No Livro 11, o narrador conta a infância: o pai, Metabo, expulso da cidade de Priverno, chega com ela recém-nascida a um rio cheio demais para atravessar, prende-a a uma lança, a promete a Diana e a atira de um lado ao outro. Ela cresce nos montes com leite de égua, caçadora e virgem.
Quando os troianos e os etruscos descem pela planície, Camila pede a Turno que a deixe enfrentar sozinha a cavalaria inimiga, enquanto ele guarda os muros e prepara uma emboscada. Ela mata uma fila de guerreiros, até Tarconte envergonhar os etruscos por fugirem de uma mulher. Então ela persegue Cloreu, sacerdote de Cibele vestido de ouro e púrpura, para fixar as armas troianas num templo ou para exibir a presa, e o narrador não escolhe entre as razões. Aruns, que a rondava, reza a Apolo e a fere. Apolo concede a morte dela e nega a volta dele.
Camila morre com uma ordem de comandante: "até aqui pude, irmã Aca", e manda dizer a Turno que assuma o combate. Diana, que a queria longe da guerra, envia Opis com uma flecha, e Aruns morre sem saber de onde veio o golpe.