Clavis Libri

Otelo · Ato IV · Cena II

O interrogatório da alcova e Rodrigo

Resumo da cena

Otelo interroga Emília: pergunta se ela viu Cássio e Desdêmona juntos, se sussurravam, se Desdêmona a mandou sair. Emília responde que nunca viu nem ouviu nada de errado, jura a honestidade de Desdêmona e diz que quem pôs essa ideia na cabeça dele merece a praga da serpente. Otelo manda chamá-la e, a sós com Desdêmona, diz que quer ver os olhos dela, manda-a jurar que é honesta e a trata como prostituta. Ela se ajoelha, diz que é sua esposa casta e leal e pergunta de que é acusada. Ao sair, Otelo paga Emília como cafetina. Desdêmona, aturdida, pede que Emília estenda os lençóis nupciais e chame Iago. Diante dele, Emília diz que algum canalha forjou a calúnia só para ganhar um posto, e Iago consola Desdêmona, dizendo que Otelo está tenso com assuntos de Estado.

Depois Iago contém Rodrigo, que cobra as joias entregues para Desdêmona e ameaça pedir satisfação: promete-lhe uma noite de ação, a vigília para matar Cássio, que uma comissão de Veneza vai nomear no lugar de Otelo, e assim impedir que o casal parta para a Mauritânia.

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