Resumo da cena
Depois do jantar com Ludovico, Otelo sai para acompanhá-lo e, antes, manda Desdêmona ir logo para a cama e dispensar Emília, sua acompanhante, porque voltará em seguida. Desdêmona obedece sem discutir. Enquanto Emília a despe, Emília conta que já pôs na cama os lençóis do casamento, como ela pediu, e Desdêmona responde que, se morrer antes da amiga, quer ser envolvida num deles. Desdêmona comenta que Ludovico é um homem distinto, Emília concorda que é vistoso e conta de uma dama de Veneza que iria descalça à Palestina para roçar os lábios dele.
Antes da conversa sobre Ludovico, Desdêmona tinha lembrado Bárbara, uma criada da mãe dela, que amou um homem que enlouqueceu e a deixou, e que morreu cantando uma canção do salgueiro; essa canção, diz Desdêmona, não lhe sai da cabeça nesta noite, e ela a canta enquanto se prepara, trocando a ordem de um verso e assustando-se com um barulho que Emília diz ser o vento. Em seguida pergunta a Emília se existem mulheres que traem os maridos, e se a própria Emília o faria por tudo o que há no mundo. Emília responde que não o faria por pouca coisa, mas pelo mundo inteiro talvez, e defende que a culpa é dos maridos, que traem, batem, controlam e tiram das mulheres o que lhes é devido. Desdêmona se despede pedindo a Deus que a ensine a não pagar o mal com o mal, mas a melhorar com ele.
Análise
Assinatura
A análise completa de cada ato de Otelo está na assinatura, com a explicação de cada citação, o quiz, o guia em PDF e o caderno de estudos.