Páris é o conde que pede a mão de Julieta, parente do Príncipe Escalo e de Mercúcio, e o noivo que Capuleto escolhe para a filha. Morre na tumba, morto por Romeu, quando vai velar Julieta.
No Ato I, cena 2, pede Julieta a Capuleto, que responde que ela ainda é nova e que ele deve primeiro conquistar o coração dela; Páris diz que mais novas que ela são mães felizes e recebe o convite para o baile. Na cena 3, a mãe de Julieta o apresenta como pretendente. No Ato III, cena 4, depois da morte de Teobaldo, Páris diz que tempos de luto não combinam com cortejo e que gostaria que a quinta-feira marcada fosse já no dia seguinte.
No Ato IV, cena 1, diz ao frei que tem falado pouco de amor com Julieta porque ela chora o primo sem medida, e que Capuleto apressa o casamento para secar essas lágrimas. Julieta lhe responde com frases de duplo sentido. Na cena 5, vai com músicos buscar a noiva e a encontra morta, lamentando-se: enganado, divorciado, ultrajado.
No Ato V, cena 3, vai de noite à tumba de Julieta e espalha flores. Vê Romeu arrombá-la, supõe que ele vem profanar os corpos e o enfrenta. Romeu pede que fuja, a luta acontece mesmo assim, e Páris cai pedindo para ser deitado com Julieta. Romeu o reconhece, chama-o de parente de Mercúcio e cumpre o pedido. No fim, o Príncipe diz que perdeu dois parentes, e Páris é um deles.