Júlio César é morto a punhaladas por um grupo de conspiradores no Senado, na cena 1 do Ato III. Casca dá o primeiro golpe, no pescoço, e Bruto dá o último.
O grupo se aproxima sob o pretexto de um pedido: Metelo Címber se ajoelha diante de César para pedir o fim do exílio do irmão. César recusa, dizendo-se constante como a estrela do norte, e Bruto e Cássio se juntam ao pedido, que Cina e Décio também apoiam. Trebônio já tinha tirado Antônio de perto. Quando César pergunta a Cina se ele quer levantar o Olimpo, Casca grita "Falem, mãos, por mim" e o fere.
César, ao ver Bruto entre os que o golpeiam, diz "Et tu, Brute?" e "Então, desaba, César!", e morre. Em seguida os conspiradores proclamam a liberdade, e Bruto propõe lavar as mãos no sangue de César até os cotovelos e sair gritando "paz, liberdade".
A peça fala em trinta e três feridas: é Otávio quem diz, em Filipos (Ato V, cena 1), que a espada dele só voltará à bainha quando as feridas de César forem vingadas. Antônio, no Fórum (Ato III, cena 2), aponta no manto o rasgo do punhal de Cássio, o da faca de Casca e o do golpe de Bruto.