Exagero deliberado, que ninguém toma ao pé da letra, para dar ênfase a um sentimento ou a uma situação.
Em Júlio César
ora, homem, ele se ergue de pernas abertas sobre o mundo estreito, como um Colosso, e nós, homens pequenos, passamos sob as suas pernas enormes e espiamos em volta à procura de um túmulo sem honra
Cássio exagera de propósito: o mundo vira "estreito" e César um gigante de pernas abertas, sob o qual os outros procuram um "túmulo sem honra". Ninguém toma isso ao pé da letra, mas a imagem mostra como ele se sente diminuído.