Dar a uma coisa, a um animal ou a uma ideia abstrata ações, sentimentos ou fala próprios de uma pessoa.
Em Eneida
procura-o, pois, com os olhos no alto e, achado como deve, colhe-o com a mão: ele mesmo virá de boa vontade e sem custo, se os fados te chamam; de outro modo, por força nenhuma o vencerás, nem o arrancarás com duro ferro
A Sibila diz que o ramo “virá de boa vontade”, como se ele escolhesse quem o colhe. Dar vontade a uma planta faz do ouro uma prova viva: cede ao escolhido e resiste a quem tenta tomá-lo à força.