Resumo da cena
Na manhã dos Idos, Júlio César acorda inquieto: Calpúrnia gritou três vezes em sonho que o matavam, e ele manda os sacerdotes sacrificarem um animal para saber o presságio. Calpúrnia chega e proíbe que ele saia; ele responde que as ameaças só o viram pelas costas. Ela conta os prodígios que a ronda da noite viu, como uma leoa parindo nas ruas, túmulos abertos e guerreiros de fogo nas nuvens que fizeram chover sangue sobre o Capitólio, e diz que os céus anunciam a morte de príncipes. César responde que os covardes morrem muitas vezes antes de morrer e que a morte vem quando vem. Um criado conta que os augúrios, ao abrir o animal, não acharam coração; César diz que seria um animal sem coração se ficasse por medo.
Calpúrnia se ajoelha, oferece que se culpe o medo dela e não o dele, e César cede: Antônio dirá ao Senado que ele está doente. Décio chega para buscá-lo, e César se recusa a mentir, dizendo que a razão é a própria vontade; mas conta que a esposa sonhou com a estátua dele jorrando sangue, onde romanos sorridentes banhavam as mãos. Décio reinterpreta o sonho como bom augúrio, diz que o Senado vai lhe dar uma coroa naquele dia e que, se ficar, dirão que César tem medo. César se envergonha de ter cedido e pede o manto. Chegam Bruto, Ligário, Metelo, Casca, Trebônio, Cina e Públio, e depois Antônio; César os convida a beber vinho, e Trebônio e Bruto comentam à parte o que essa amizade esconde.
Análise
Assinatura
A análise completa de cada ato de Júlio César está na assinatura, com a explicação de cada citação, o quiz, o guia em PDF e o caderno de estudos.