Resumo da cena
No Fórum, Bruto manda Cássio levar metade da multidão a outra rua e sobe à tribuna, enquanto os cidadãos exigem explicações. Em prosa, pede que o julguem pela honra e declara que amou César, mas amou mais Roma: pergunta se preferem César vivo e todos escravos ou César morto e todos livres, e diz que chorou pela afeição de César, celebrou sua fortuna, honrou seu valor e o matou por sua ambição. Ninguém se dá por ofendido. Bruto diz que guarda o punhal para si quando Roma precisar da morte dele; a multidão o aclama, quer levá-lo para casa e fazê-lo César, e ele pede que todos fiquem para ouvir Marco Antônio, que fala com a licença dele.
Antônio, em verso, diz que veio enterrar César, não elogiá-lo, e repete que Bruto é honrado enquanto lembra que César trouxe prisioneiros cujo resgate encheu os cofres, chorou pelos pobres e recusou a coroa três vezes. A multidão já murmura que César foi injustiçado. Antônio mostra um testamento sem lê-lo, deixa que o exijam e desce para junto do corpo, mostra o manto rasgado e aponta cada golpe, de Cássio, de Casca e de Bruto, cujo golpe foi o mais cruel porque a ingratidão partiu o coração de César. A multidão chora e quer vingança; Antônio diz não ser orador e só mostrar feridas, e lê o testamento: setenta e cinco dracmas para cada cidadão e os jardins de César ao povo. A multidão sai para queimar o corpo e as casas dos conspiradores. Um criado avisa Antônio de que Otávio já chegou a Roma e de que Bruto e Cássio fugiram pelos portões.
Análise
Assinatura
A análise completa de cada ato de Júlio César está na assinatura, com a explicação de cada citação, o quiz, o guia em PDF e o caderno de estudos.