Clavis Libri

Júlio César · Ato I · Cena III

A noite de tempestade

Resumo da cena

Numa noite de tempestade e prodígios, Casca corre de espada na mão ao encontro de Cícero e conta o que viu: um escravo com a mão em chamas sem se queimar, um leão solto perto do Capitólio, mulheres que juravam ver homens em fogo e uma ave noturna piando ao meio-dia na praça. Cícero responde que os homens leem os fatos a seu modo, pergunta se César irá ao Capitólio no dia seguinte e se retira. Cássio chega de peito aberto aos raios, acusa Casca de apatia e diz que o céu avisa contra um homem que cresceu demais. Ao saber que o Senado quer coroar César no dia seguinte, jura se matar antes de aceitar a servidão, e Casca adere. Cássio conta que já reuniu outros romanos de peso, que o esperam no Pórtico de Pompeu, e Cina chega à procura dele: recebe cartas para deixar na cadeira do pretor, na janela de Bruto e na estátua do velho Bruto. Cássio e Casca decidem ir ver Bruto antes do amanhecer, pois três partes dele já são deles, e Casca nota que o prestígio de Bruto trocará por virtude o que pareceria ofensa neles.

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