Memórias Póstumas de Brás Cubas
Símbolos
O emplasto
O emplasto anti-hipocondríaco é a invenção a que Brás Cubas atribui a própria morte: uma ideia grandiosa e útil, apresentada ao governo como obra cristã e destinada a aliviar a melancolia da humanidade. O motivo que ele confessa depois de morto é outro, ver o...
Pandora e o delírio
O delírio do capítulo VII é o episódio em que Brás Cubas, doente, atravessa vinte ou trinta minutos de febre: vira barbeiro chinês, depois a Suma Teológica, e um hipopótamo o leva à origem dos séculos. Numa planície de neve, uma figura imensa se diz Natureza...
A borboleta preta
A borboleta preta é a criatura que Brás Cubas mata com uma toalha no capítulo XXXI, no dia seguinte ao de outra, também preta, entrar na varanda de D. Eusébia. Brás ri da primeira, mata a segunda por irritação e se consola com piadas: ela devia ter nascido...
O vergalho
O vergalho é o chicote com que Prudêncio, escravo alforriado pelo pai de Brás, castiga no Valongo o escravo que ele próprio possui, e que Brás Cubas encontra ao voltar a pé de ajustar a casinha. A cena fecha a figura que o livro abre na infância de Brás,...
O Humanitismo
O Humanitismo é a doutrina de Quincas Borba, o colega de infância de Brás Cubas que reaparece mendigo e depois herdeiro. O nome vem de Humanitas, princípio das coisas, que a doutrina define como o mesmo homem repartido por todos os homens. Dele o filósofo...