A Montanha Mágica
Símbolos
O Berghof
O sanatório em Davos onde se passa quase todo o romance, e a "montanha mágica" do título: o lugar acima da planície onde o tempo deixa de correr e quem sobe são adoece. Davos é lugar real; o Berghof é invenção do romance e vale pelo que significa.
O termômetro
O termômetro que os pacientes do O Berghof põem na boca quatro vezes por dia, sete minutos de cada vez. Hans Castorp compra o seu por conselho da enfermeira-chefe, a srta. von Mylendonk, e a primeira medição marca 37,6 graus.
Os charutos Maria Mancini
Os charutos preferidos de Hans Castorp, dos quais ele leva duzentos na maleta ao chegar. O gosto pelo tabaco fino vem da casa dos Tienappel, em Hamburgo, onde se formaram os hábitos de burguês do jovem.
A radiografia
A radioscopia do laboratório de Dr. Behrens, na seção "Meu Deus, eu vejo!" do capítulo V, em que Hans Castorp vê primeiro o coração de Joachim e depois o esqueleto da própria mão.
A neve
A nevasca da seção "Neve", no capítulo VI, em que Hans Castorp sai de esquis contra o regulamento, se perde, adormece de pé junto a um galpão e sonha. Já no capítulo IV uma nevada fora de estação o obrigara a comprar cobertores.
O relógio
O relógio e o calendário, a medida do tempo "lá de baixo". No capítulo III Joachim Ziemssen responde com eles à filosofia do tempo de Hans Castorp; no capítulo VII, sete anos depois de chegar, Hans Castorp já não tem relógio funcionando nem calendário.
O lápis
O lápis que Hans Castorp pediu emprestado aos treze anos a Pribislav Hippe, colega de escola de olhos oblíquos, e que volta duas vezes no romance: num sonho da segunda noite no O Berghof e na Noite de Walpurgis, pedido a Clawdia Chauchat.