Em espanhol, libros de caballerías, as narrativas em prosa de cavaleiros que percorrem países exóticos matando gigantes e salvando donzelas, de que o Amadis de Gaula é o modelo. São a leitura que seca o juízo do fidalgo, a biblioteca que o padre e o barbeiro examinam e condenam em parte à fogueira, e o gênero que o cônego de Toledo critica por falta de forma e verossimilhança. O fidalgo os defende porque foram impressos com licença do rei.
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o qual autor não pede aos que a lerem, em prêmio do imenso trabalho que lhe custou inquirir e buscar todos os arquivos manchegos, para a tirar à luz, senão que lhe deem o mesmo crédito que costumam dar os discretos aos livros de cavalarias, que tão valorizados andam no mundo.
Primeira Parte: A jaula e o cônego, o narrador, no fim da Primeira Parte