Dom Quixote
Símbolos
Os moinhos de vento
Trinta ou quarenta moinhos de vento num descampado da Mancha que Dom Quixote toma por gigantes e acomete de lança em riste, com Sancho Pança gritando atrás que são moinhos. É a aventura mais citada do livro e a que ficou como emblema dele, mas o romance a...
O elmo de Mambrino
A bacia de latão de um barbeiro de aldeia que Dom Quixote ganha na estrada e passa a chamar de elmo de Mambrino. O barbeiro a pôs na cabeça para a chuva não estragar o chapéu novo, e limpa como estava ela reluzia de meia légua; o fidalgo vê um cavaleiro de...
A jaula
A jaula de paus enrejados em que o padre e o barbeiro, ajudados por dom Fernando e seus camaradas, os criados de dom Luís, os quadrilheiros e o estalajadeiro, levam Dom Quixote de volta à aldeia num carro de bois, no fim da Primeira Parte. Disfarçados e...
A ínsula
A ínsula que Dom Quixote promete a Sancho Pança no começo da segunda saída e que o escudeiro cobra durante o livro inteiro: primeiro um pedaço de terra a ganhar na ponta da lança, depois um cargo, o de mandar melhor do que quem manda, e por fim um lugarejo de...
A gruta de Montesinos
A gruta de Montesinos, na Mancha, onde Dom Quixote desce preso a uma corda de quase cem braças, enquanto Sancho Pança e um primo do licenciado ficam à boca contando o que sai. Lá embaixo, conta o fidalgo, adormeceu, acordou num prado, viu um palácio de...
A estalagem
A estalagem (a venta) onde Dom Quixote vê um castelo. Há duas no começo do livro: a da armação de cavaleiro, na primeira saída, e a da manta, onde ele é recebido por Maritornes e onde Sancho é manteado, que volta a receber o livro por quase quinze capítulos,...
Os livros de cavalaria
Os livros de cavalaria que Dom Quixote lê até perder o juízo, a biblioteca de mais de cem volumes que o padre e o barbeiro condenam ao fogo em boa parte, e o código de conduta de que o fidalgo tira tudo o que faz: o que um cavaleiro deve a uma dama, o que dá...