Firmo é o rival de Jerônimo em O Cortiço: um torneiro hábil e vadio, antigo capoeira, amante de Rita Baiana e violonista do pagode, que fere Jerônimo na barriga com a navalha e depois é morto por ele numa emboscada na Praia da Saudade.
O narrador o apresenta com precisão: "Era oficial de torneiro, oficial perito e vadio; ganhava uma semana para gastar num dia". Nascera no Rio, militara dos doze aos vinte anos em maltas de capoeiras e chegara a decidir eleições. Fisicamente, "não tinha músculos, tinha nervos". No pagode de domingo, toca o violão enquanto Porfiro toca o cavaquinho, e o chorado deles cala o fado de Jerônimo.
Na noite do samba, Jerônimo sussurra uma proposta a Rita, e Firmo o desafia. O narrador mede os dois antes do golpe: Jerônimo é "a força tranquila, o pulso de chumbo" e Firmo, "a força nervosa". Firmo vence a primeira parte com os pés e a cabeça, mas Jerônimo corre buscar o varapau e o domina com uma cacetada na cabeça, e Firmo, para escapar, o fere na barriga com a navalha. Ninguém o denuncia, e ele é proibido de voltar à estalagem.
Muda-se para o Cabeça-de-Gato, onde vira chefe de malta e esfria o namoro com Rita. Quando sabe que Jerônimo saiu do hospital, o ciúme cresce nele "como a sede de um ferido". É atraído à praia por uma mentira sobre Rita, segurado por dois vultos, desarmado por Pataca e espancado até a morte. A malta do Cabeça-de-Gato invade o São Romão para vingá-lo, e a batalha só termina quando o cortiço pega fogo.