Jerônimo é o cavouqueiro português que João Romão contrata para dirigir a pedreira e que, depois de chegar sério e poupado ao cortiço, se deixa levar pela comida, pela música e por Rita Baiana, mata Firmo numa emboscada e deixa a mulher, Piedade, e a filha.
Vem recomendado por Machucas e pede setenta mil-réis, o que João Romão acha impossível, até fazer a conta de que o dinheiro volta pela venda. Chega com Piedade ao cômodo 35 e traz a vida contada no capítulo V: foi colono de uma fazenda, onde "mourejou durante dois anos, sem nunca levantar a cabeça" e saiu de mãos vazias, e depois, na pedreira, pôs algo de lado e meteu a filha num colégio. Em dois meses os caixeiros da venda dizem que ele é que devia ser o patrão.
À noite toca fados na guitarra, mas num domingo de pagode o chorado de Firmo e Porfiro cala o fado, e Rita dança no meio da roda. No dia seguinte ele adoece e é tratado por ela. Passa a tomar o café e o parati dela, troca o bacalhau pelo feijão-preto e deixa a cama de Piedade por uma rede. Numa noite de samba, ele e Firmo brigam, e Firmo o fere na barriga com a navalha.
Quando volta do hospital, planeja a vingança: com dois companheiros, atrai Firmo à Praia da Saudade e o mata a pauladas, e depois propõe a Rita que partam juntos. Vai viver com ela na Cidade Nova, promete pagar o colégio da filha e não paga, e bebe. O livro o mostra, numa visita de Piedade, "com um ar triste de vicioso envergonhado que não tem ânimo de deixar o vício".