Odisseia
Símbolos
O arco de Odisseu
O arco de Odisseu é o arco recurvo, com a aljava de flechas, que Ífito, filho de Êurito, deu ao herói em Lacedemônia, em começo de amizade de hóspedes. Odisseu nunca o levou à guerra: deixou-o em casa, em lembrança do amigo, e só o usava na própria terra....
O leito de oliveira
O leito de oliveira é a cama de Odisseu e Penélope, que o próprio Odisseu construiu em Ítaca em torno de uma oliveira viva de longas folhas, tão grossa quanto uma coluna. O quarto foi erguido à volta da árvore, com pedras cerradas e portas bem ajustadas, a...
A cicatriz de Odisseu
A cicatriz de Odisseu é a marca que um javali lhe abriu acima do joelho, com a presa branca, numa caçada no Parnaso. Ele era jovem e fora visitar Autólico, o avô materno, que lhe prometera presentes quando o menino nasceu. Matou o javali com um golpe de...
A mortalha de Laertes
A mortalha de Laertes é o pano que Penélope diz estar tecendo para o sogro, o herói Laertes, para quando a morte o levar. Ela o apresenta aos pretendentes como um dever: nenhuma aqueia deve censurá-la por deixar sem mortalha um homem que possui tanto....
O cão Argos
Argos é o cão que Odisseu criou antes de partir para Troia. Os jovens o levavam à caça de cabras selvagens, de corças e de lebres. Agora o dono está longe há vinte anos, e o cão jaz sobre o esterco dos mulos e dos bois, à porta do palácio, coberto de...
O lótus
O lótus é o fruto doce, como mel, de uma flor que dá nome aos lotófagos, o povo que a come. Odisseu chega à terra deles no décimo dia dos ventos funestos que o desviam de Ítaca ao dobrar o cabo Maleia. Os lotófagos não fazem mal aos homens que o herói manda...