Resumo da cena
Na praça de Verona, Sampson e Gregório, criados dos Capuleto, entram armados e conversam sobre brigar. Sampson quer provocar os criados dos Montéquio sem ser quem começa, para ter "a lei do nosso lado", e por isso, quando Abraão, criado dos Montéquio, se aproxima, morde o polegar na direção dele. Abraão pergunta duas vezes se o gesto é contra ele. Sampson pergunta a Gregório se a lei ficará do lado dos dois caso ele diga que sim, e Gregório responde que não; então Sampson diz a Abraão que morde o polegar, mas não contra ele. Gregório pergunta se Abraão quer briga, Abraão diz que não, e a conversa sobre qual dos dois amos é melhor termina com Abraão dizendo "você mente". Sampson manda sacar as espadas e a luta começa.
Benvólio chega e manda os criados guardarem as espadas. Teobaldo o encontra de espada na mão, recusa o pedido de paz, porque odeia a palavra "paz" como odeia o inferno, os Montéquio e o próprio Benvólio, e o desafia. Cidadãos com porretes entram na briga e gritam contra as duas casas. Capuleto aparece de roupão pedindo a espada comprida, e a Senhora Capuleto lhe diz que o que lhe serve é uma muleta; Montéquio chega logo depois, e a mulher o impede de dar um passo em direção ao inimigo. O Príncipe Escalo manda largar as armas e diz que três brigas nascidas de uma palavra à toa já perturbaram as ruas de Verona e obrigaram velhos cidadãos a pegar em armas; quem a reacender pagará com a vida. Leva Capuleto consigo e manda Montéquio comparecer à tarde ao tribunal.
Com a praça vazia, Montéquio pergunta a Benvólio quem reacendeu a briga, e ele conta que chegou quando os criados já lutavam, tentou apartá-los e foi desafiado por Teobaldo. A Senhora Montéquio, aliviada, pergunta por Romeu e ouve que Benvólio o viu ao amanhecer num bosque de sicômoros e que ele se escondeu para fugir da companhia. Montéquio acrescenta que o filho passa as manhãs chorando, volta para casa quando o sol nasce e se tranca no quarto às escuras, sem que ele nem os amigos saibam a causa. Quando Romeu chega, Benvólio fica a sós com ele e ouve que o que o aflige é amar uma mulher que jurou castidade e não o aceita. Romeu fala por contrários, como "amor briguento" e "ódio amoroso", e, quando Benvólio o aconselha a olhar outras beldades para esquecê-la, responde que isso só o faria lembrar mais da beleza dela.
Análise
Assinatura
A análise completa de cada ato de Romeu e Julieta está na assinatura, com a explicação de cada citação, o quiz, o guia em PDF e o caderno de estudos.