Crítica de pessoas, costumes ou instituições pelo ridículo, pelo exagero ou pela ironia.
Em Memórias Póstumas de Brás Cubas
Cada homem tem necessidade e poder de contemplar o seu próprio nariz, para o fim de ver a luz celeste, e tal contemplação, cujo efeito é a subordinação do universo a um nariz somente, constitui o equilíbrio das sociedades
A frase transforma o egoísmo em lei social e o apresenta com ar de teoria científica: o que manteria o mundo em ordem seria cada um olhar o próprio nariz, e a crítica aos costumes vem do tom grave.
Capítulos XXXVIII a XLIX: Virgília perdida, a morte do pai e a herança, o narrador
este frango, que eu almocei agora mesmo, é o resultado de uma multidão de esforços e lutas, executados com o único fim de dar mate ao meu apetite
Capítulos CXVII a CXXXVI: O Humanitismo, Nhã-loló e os cinquenta anos, Quincas Borba
Assinatura
A explicação de cada passagem, em todos os recursos e em todas as obras, está na assinatura.