Frases ou versos seguidos com a mesma construção, de modo que o leitor compara o que muda de um para outro.
Em Inferno
mas quando fores ao doce mundo, peço que me tragas à memória dos outros: não te digo mais e não te respondo mais.
As duas orações finais têm a mesma construção: "não te digo mais" e "não te respondo mais". O paralelismo fecha a conversa com duas negações iguais e dá à despedida um tom seco e definitivo.