Pátroclo morre por vestir as armas de Aquiles e ir longe demais. Quando os troianos chegam às naus, o velho Nestor sugere a Pátroclo que peça a Aquiles as armas dele, "na esperança de que os troianos, tomando-te por ele, se afastem do combate". Pátroclo faz o pedido, e o narrador comenta que ele "ia pedir para si mesmo a morte funesta e o fado".
Aquiles concede, com um limite: depois de expulsar os troianos das naus, Pátroclo deve voltar, e não deve conduzir o ataque até Troia, "para que nenhum dos deuses sempre vivos, vindo do Olimpo, intervenha; pois Apolo, que fere de longe, os ama muito". Na prece, Aquiles pede a Zeus que o amigo volte são e salvo, e Zeus concede só metade: Pátroclo afastará a guerra das naus, mas não voltará vivo.
Pátroclo apaga o fogo dos navios, mata Sarpédon, filho de Zeus, e persegue os troianos até a muralha. O poema diz que ele "cometeu um grande desvario" e que "a mente de Zeus é sempre mais forte que a dos homens". Três vezes Apolo o empurra do muro e avisa que o destino não quer que Troia caia pela lança dele. Depois o próprio deus o golpeia pelas costas e o desarma, o troiano Euforbo o fere, e Heitor o mata. Moribundo, Pátroclo diz que a Moira, Apolo e Euforbo o mataram e que Heitor o despoja só em terceiro lugar, e profetiza que Heitor morrerá logo pelas mãos de Aquiles.
A morte de Pátroclo tem três causas que o poema não separa: o plano de Zeus, que já estava anunciado, a ordem de Aquiles, que o mandou lutar com as armas dele, e a escolha de Pátroclo, que passa do limite. É essa morte que faz Aquiles voltar à guerra.