Brás Cubas morreu com cerca de sessenta e quatro anos. É ele mesmo quem diz, no primeiro capítulo: expirou às duas horas da tarde de uma sexta-feira de agosto de 1869, na chácara de Catumbi, e "tinha uns sessenta e quatro anos, rijos e prósperos". Era solteiro, possuía cerca de trezentos contos de réis, e onze amigos o acompanharam ao cemitério.
A conta bate com a data de nascimento que o livro dá mais adiante: Brás nasceu em 20 de outubro de 1805. Como morreu em agosto de 1869, faltavam dois meses para os sessenta e quatro anos completos, e por isso ele fala em "uns" sessenta e quatro.
A causa, segundo ele, foi uma pneumonia apanhada enquanto se ocupava do emplasto que queria inventar, mas ele prefere dizer que o matou uma ideia: o emplasto anti-hipocondríaco, que lhe daria fama e dinheiro e que nunca chegou a existir.